O DESEMPREGO E A EDUCAÇÃO PADRONIZADA

Uma vez me perguntaram qual foi a primeira coisa que eu fiz depois que eu fiquei sem crachá, depois que o desemprego bateu a minha porta.

Diante do desemprego, qual foi a primeira atitude que eu tomei?

Desemprego bateu a sua porta. E agora?
Desemprego bateu a sua porta. E agora?

A primeira coisa que eu pensei aconteceu de forma instantâneo.

A primeira coisa que eu pensei foi preciso arrumar outro emprego.

E a primeira atitude que eu tomei foi atualizar meu currículo, me cadastrar nas empresas de vagas disponíveis na internet e começar a procurar outro emprego.

A segunda atitude que eu tomei foi comprar um vestido. Mas isso aí é tema para outra conversa.

Comecei a me candidatar para as vagas que apareciam na internet e foi quando passei a me sentir muito frustrada a partir do momento que eu percebi que as vagas eram sempre as mesmas.

Eram vagas repetidas.

Não tinha novas oportunidades. As empresas não estavam abertas a dar novas oportunidades.

Afinal de contas, elas também deviam estar impactadas pela crise.

E aí, quando eu entendi de verdade que não tinha vaga, o meu mundo caiu.

Me senti insegura, deprimida, ansiosa, preocupada.

Desemprego e Educação Padronizada

E, hoje, olhando para trás, depois de tudo que aconteceu, de tudo que eu vivi, de tantas coisas que aconteceram e eu percebi que existem tantas outras possibilidades diferentes dessa que eu estava procurando.

Foi ai que comecei a pensar por quê? Por  que eu só via essa alternativa? Por que só via este caminho, essa saída?

Eu não estou sozinha pensando dessa maneira.

Depois da oportunidade de ouvir tantas outras histórias de tantas pessoas que compartilham suas histórias comigo, suas frustrações, suas dores, suas ansiedades, eu percebi que isto é muito mais comum do que eu imaginava.

E aí, eu comecei a pensar por quê? Por  que pensamos assim? E eu fui resgatar isso muito lá de trás, porque isso é uma questão cultural.

E eu entendi que esse sentimento fazia parte de uma coisa que eu costumo chamar de educação padronizada.

Nós somos educados para se formar, para se qualificar, para arranjar um bom emprego para garantir o nosso futuro, garantir  os nossos benefícios, garantir a nossa aposentadoria.

Essa é a educação que a gente recebe.

Não estamos sozinhos.

Quando dei uma palestra em Belo Horizonte, e eu costumo fazer esta pesquisa, né? A galera dá risada porque eu pergunto assim: “quem aqui também teve uma educação padronizada, levanta a mão?

E todas às vezes, mais da metade da sala levanta a mão. Muita gente passa por isso.

Minha realidade de desempregada a empreendedora de sucesso.
Faturei mais de um milhão de reais trabalhando em casa, mas não foi da noite para o dia.

Nós não somos educados para usar os nossos talentos, os conhecimentos que adquirimos, as habilidades que desenvolvemos para empreender ou para apostar em algum projeto que nós acreditamos de verdade.

Porque nós temos medo de executar e de que este projeto não nos proporcione aquela estabilidade ilusória de um emprego formal.

Então essa responsabilidade é nossa, a partir do momento que a gente entende que isso é uma questão cultural, temos que assumir o compromisso com as gerações futuras e conosco.

De quebrar este paradigma e parar de acreditar que só somos capazes de prover o que é necessário para nossa família e para nós mesmos, se tivermos um crachá pendurado no pescoço.

Eu sou Luana Franco, uma ex-desempregada que descobriu o marketing digital, virou empreendedora de sucesso, tendo FATURADO mais de 1 MILHÃO DE REAIS Trabalhando EM CASA pela Internet e nunca mais procurei emprego!

Convido você a assistir ao meu vídeo “O DESEMPREGO E A EDUCAÇÃO PADRONIZADA”

Assista no YouTube clicando aqui:  https://youtu.be/dgdmHvqj0HU

Conheça meu canal do YouTube: http://fiqueisemcracha.com.br/ytb 

Até o próximo post.

Abrs.

Eu